quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Ocupação/Campo do Meio/MG: Despejo, não/Audiência Pública/ALMG/Vídeo 4/D...





Acampamentos do MST, em Campo do Meio: Despejo, não. Audiência Pública/ALMG – Vídeo 4/Dr. Willian Santos: “Não vai haver derramamento de sangue, como em Felisburgo”. 22/11/2018.

Audiência Pública foi realizada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para discutir a Liminar de Reintegração de Posse expedida por Juiz da Vara Agrária contra o Quilombo Campo Grande, em Campo do Meio, sul de Minas. Trata-se de um conflito agrário que se arrasta há anos, desde que a antiga Usina de Ariadnópolis decretou falência, deixando trabalhadores sem receber salários, somando mais de 300 milhões de dívidas trabalhistas. Os trabalhadores decidiram ocupar as terras abandonadas, ociosas e nelas continuarem trabalhando e produzindo, como forma de garantir seus direitos. Essa arbitrária e injusta decisão judicial, se mantida, terá consequências desastrosas e desumanas: serão destruídos 1.200 hectares de lavoura de milho, feijão e mandioca, 40 hectares de horta e 520 hectares de café. A produção agroecológica, orgânica é o diferencial do trabalho nessas terras. Além disso, centenas de casas, currais e quilômetros de cerca serão derrubados. Tudo o que os camponeses e camponesas do Quilombo Campo Grande (11 Acampamentos) do MST construíram em décadas de trabalho será destruído. São 3.900 hectares com quase 2.000 trabalhadores/as fazendo a terra produzir. São 450 familias totalmente integradas nessas terras, onde tem, inclusive, uma Escola Estadual em pleno funcionamento. Não restam dúvidas de que essa liminar de reintegração de posse é imoral, ilegal, e fere totalmente o principio da dignidade humana ao desconsiderar a vida dessas famílias no Quilombo Campo Grande, durante 20 anos. Nesse vídeo, a intervenção do Dr. Willian Santos, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MG, que afirmou que documentos apresentados pelas famílias sobre seu trabalho e a produtividade das terras serão utilizados para reforçar o Agravo de Instrumento pela revisão da decisão judicial. Dr. Willian foi também incisivo ao afirmar que “não vai haver derramamento de sangue”, lembrando o massacre de Felisburgo/MG.
*Vídeo original das gravações do streaming da TV Assembleia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Divulgação de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CPT e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 22/11/2018.
* Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

Quilombo Campo Grande/MST/MG: A terra produz e reergue Campo do Meio/Víd...





Quilombo Campo Grande, do MST, em Campo do Meio/MG: Fazendo a terra produzir, a Ocupação reergueu a cidade de Campo do Meio. Audiência Pública na ALMG. Vídeo 3: Fala de Tiãozinho do MST. 22/11/2018.

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou no dia 22/11/2018, no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, Audiência Pública para debater a gravíssima e injusta ameaça de despejo das 450 famílias de Sem Terra do Quilombo Campo Grande (11 Acampamentos), do MST, que ocupam há 20 anos o mega latifúndio da antiga usina Ariadnópolis (3.900 hectares), em Campo do Meio, sul de Minas Gerais. A Usina Ariadnópolis, que faliu em 1996, deixou milhares de trabalhadores/as sem receber salários e os direitos trabalhistas e deixou também a terra abandonada, sem cumprir qualquer função social. As dívidas ultrapassam 300 milhões de reais. Com a Ocupação, trabalhadores e trabalhadoras buscaram a garantia dos seus direitos. São 11 Acampamentos em um latifúndio de 3.900 hectares, com quase 2.000 trabalhadores/as que cultivam na terra o café orgânico Guaií e diversos outros produtos, sem agrotóxicos, de forma agroecológica. Nesse vídeo, a intervenção do vereador Sebastião Mélia Marques, o Tiãozinho do MST, que reafirmou a produtividade da terra com o trabalho dos camponeses e camponesas, lembrando que essa produção é que fez reerguer a cidade de Campo do Meio, movimentando a economia, contribuindo para o seu desenvolvimento em todos os setores.
*Vídeo original das gravações do streaming da TV Assembleia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Divulgação de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CPT e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 22/11/2018.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Ocupação Chico Rei/Ouro Preto/MG: O direito à moradia com segurança e di...





Ocupação Chico Rei, em Ouro Preto/MG: O direito à moradia com segurança e dignidade. 04/7/2018.

Aproximadamente 70 famílias fazem parte da Ocupação Chico Rei, em Ouro Preto, MG, acompanhada pela Central de Movimentos Populares (CMP). A Ocupação Chico Rei começou em 25/12/2015, com a ocupação das terras da siderúrgica Novelis, antiga Alcan, transnacional produtora de alumínio. Vale ressaltar que as terras foram cedidas à Noveli, pelo município, como incentivo à geração de empregos. Como a empresa fechou as portas, o justo é que as terra retornem ao município, ao povo. As famílias permaneceram nesse terreno por um mês e migraram para o terreno da antiga FEBEM (Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor) de Ouro Preto, onde permanecem. As terras da antiga FEBEM pertencem ao Estado de Minas Gerais e estão cedidas à Prefeitura de Ouro Preto, em regime de comodato, desde 1999. A Prefeitura abandonou tudo e as terras, em sua maioria, foram griladas. A Ocupação está instalada em uma pequena parte da área. As famílias lutam pelo direito de construir suas moradias com segurança e dignidade nessas terras e fazer desse espaço um bairro novo, bem planejado, uma vez que Ouro Preto, cidade patrimônio cultural da humanidade, empurra os pobres para áreas de risco, já que não oferece política pública de moradias populares e um grande número de famílias não consegue sobreviver sob a pesadíssima cruz do aluguel. O nome da Ocupação - Chico Rei - é em homenagem a uma grande liderança negra. Chico era rei de uma tribo na África, foi capturado, trazido para o Brasil, feito escravo, juntou dinheiro e comprou sua liberdade e de seus companheiros. É justo, ético e necessário que o Governo de Minas Gerais e a Prefeitura de Ouro Preto se posicionem em favor das famílias da Ocupação Chico Rei, que exercem seu legítimo direito de lutar pela moradia em terras públicas e ociosas, para que essas terras cumpram sua função social e lhes garantam viver com segurança e dignidade. O Poder Público não deve e não pode render-se a interesses do capital, à especulação imobiliária. É preciso servir ao bem comum e respeitar o direito fundamental e sagrado a que todas e todos têm direito: a moradia.

*Reportagem em vídeo de frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Ouro Preto, MG, 04/7/2018.
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Quilombo Campo Grande/MST/MG: a terra produz e reergue Campo do Meio/Víd...







Quilombo
Campo Grande, do MST, em Campo do Meio/MG: Fazendo a terra produzir, a Ocupação
reergueu a cidade de Campo do Meio. Audiência Pública na ALMG/Vídeo 3: Fala de
Tiãozinho do MST. 22/11/2018.

A Comissão de Direitos
Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou no dia
22/11/2018, no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, Audiência Pública
para debater a gravíssima e injusta ameaça de despejo das 450 famílias de Sem
Terra do Quilombo Campo Grande (11 Acampamentos), do MST, que ocupam há 20 anos
o mega latifúndio da antiga usina Ariadnópolis (3.900 hectares), em Campo do
Meio, sul de Minas Gerais. A Usina Ariadnópolis, que faliu em 1996, deixou
milhares de trabalhadores sem receber salários e os direitos trabalhistas e
deixou também a terra abandonada, sem cumprir qualquer função social. As
dívidas ultrapassam 300 milhões de reais. Com a Ocupação, trabalhadores e
trabalhadores buscaram a garantia dos seus direitos. São 11 Acampamentos em um
latifúndio de 3.900 hectares, com quase 2.000 trabalhadoras que cultivam na
terra o café orgânico Guaií e diversos outros produtos, sem agrotóxicos, de
forma agroecológica. Nesse vídeo, a intervenção do vereador Sebastião Mélia
Marques, o Tiãozinho do MST, que reafirmou a produtividade da terra com o
trabalho de quase 2.000 camponeses e camponesas, lembrando que essa produção
que fez reerguer a cidade de Campo do Meio, em todos os setores, movimentando a
economia, contribuindo para o seu desenvolvimento em todos os setores.

*Reportagem em vídeo de frei
Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora
da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 22/11/2018.
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Vem ai os 40 anos da CPT-MG (1979 a 2019): Tributo a Alvimar e Tiãozinho...





Vem ai os 40 anos da CPT-MG (1979 a 2019): Tributo a Alvimar Ribeiro e Tiãozinho (in memorian), ambos da CPT/MG. 21/11/2018.

No dia 21 de novembro de 2018, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou Audiência Pública em homenagem aos 40 anos da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Minas Gerais. Na audência, foi ressaltado o importante atuação da CPT em Minas Gerais e em todo o Brasil na luta pela terra, junto aos camponeses e camponesas, trabalhadores e trabalhadoras rurais, agricultores familiares, comunidades tradicionais como quilombolas e povos indígenas, além de sua atuação também em defesa das águas e da terra e de toda biodiversidade da vida. Na audiência, a CPT-MG foi representada por frei Gilvander Moreira que, em seu pronunciamento, destacou que a CPT completa 40 anos em um cenário que indica que os próximos 40 serão também de muita luta. “Temos mais do que a convicção, temos a experiência e a história da luta do campesinato para demonstrar que enquanto continuar a injustiça agrária, não teremos justiça social”, afirmou. Nesse vídeo, exibido durante a audiência, a homenagem da CPT-MG (in memorian) a Alvimar Ribeiro e Sebastião Clemente de Souza, o Tiãozinho, grandes agentes de pastoral da Comissão Pastoral da Terra, que, com seu testemunho profético, deixaram grandes exemplos a serem seguidos nessa luta pela terra e por direitos.

*Vídeos originais gravados por frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 21/11/2018.

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Famílias das Ocupações da Izidora, em Belo Horizonte, tiveram casas dest...







Famílias das Ocupações da Izidora, em Belo Horizonte, tiveram casas destelhadas. Ajude! 24/11/2018.

Muitas famílias das Ocupações-comunidades da Izidora em Belo Horizonte e Santa Luzia, MG (Rosa Leão, Esperança, Vitória e Helena Greco) tiveram suas casas destelhadas pelas fortes chuvas e fortes rajadas de ventos nos últimos dias. Nesses últimos dias, fortes temporais causaram destruição e até mesmo mortes na cidade de Belo Horizonte. Na região da Izidora, em Belo Horizonte e Santa Luzia, muitos moradores tiveram suas casas destelhadas, entre outros estragos, e passam por sérias dificuldades. São famílias sem recursos financeiros para colocar novas telhas ou endividadas por tentar fazer os reparos necessários, sem condições de quitar as dívidas, já que o pouco que ganham é insuficiente até mesmo para sua sobrevivência diária. Essas famílias precisam de ajuda urgente e contam com a solidariedade de pessoas de boa vontade para que, dentro do menor prazo possível, possam reconstruir o telhado de suas casas e retomar sua rotina de luta e resistência com o abrigo necessário. Nesse vídeo, o depoimento de moradores das Ocupações-Comunidades da Izidora sobre os estragos causados pelos temporais, suas dificuldades, seu apelo. Entre os depoimentos, também a intervenção de Charlene, da coordenação da Ocupação-Comunidade Rosa Leão, que fala da situação da Ocupação após os temporais e muito nos sensibiliza ao falar também do apoio à luta das 450 famílias do Quilombo Campo Grande (11 Acampamentos do MST) em Campo do Meio, sul de Minas Gerais, e da ajuda que essas famílias prestaram às Ocupações- Comunidades da Izidora, em tempos ainda mais difíceis de resistência, fornecendo-lhes grande quantidade e variedade de alimentos produzidos nas terras dos Acampamentos. Muitas famílias da região da Izidora, em Belo Horizonte, MG, precisam de socorro urgente. Faça a sua parte nessa corrente de solidariedade.

Quem puder ajudar as famílias das Ocupações da Izidora, favor entrar em contato com:
*Josi (Ocupação Helena Greco) - WhatsApp: 0xx31 98748 1736 *Charlene - (Ocupação Rosa Leão) - WhatsApp: 0xx31 98575 5745 *Édna - (Ocupação Esperança) - WhatsApp: 0xx31 98541 2758
*Lu - (Ocupação Vitória) - WhatsApp: 0xx31 98965 6115

ou com frei Gilvander (gilvanderlm@gmail.com)

“Solidariedade é o amor em movimento.”

*Reportagem em vídeo de frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte, MG, 24/11/2018.
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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Kely, seus filhos e outras famílias na Izidora/BH, precisam de ajuda. Se...





Kely, seus filhos e outras famílias das Ocupações da Izidora, em Belo Horizonte, MG, precisam de ajudar. Seja solidário/a - 24/11/ 2018.

Muitas famílias nas Ocupações-comunidades da Izidora (Rosa Leão, Esperança, Vitória e Helena Greco), em Belo Horizonte e Santa Luzia, MG, tiveram suas casas ou barracos destelhados pelas fortes chuvas e fortes rajadas de vento nos últimos dias na capital mineira. Eis um exemplo concreto, abaixo. Na divisa entre a Ocupação-Comunidade Helena Greco e Ocupação –Comunidade Rosa Leão, em Belo Horizonte, MG, uma família precisa de ajuda urgente. Trata-se de Kely e seus dois filhos, Keven, de 4 anos e meio, e Kawê, de 3 anos. Kely é portadora de pênfigo, doença popularmente conhecida como “fogo selvagem” e, por isso, recebe o Benefício de Prestação Continuada – LOAS, no valor de um salário mínimo. E é com esse salário mínimo que Kely sobrevive. A família mora em um barracão pelo qual paga 250,00 por mês. Cômodo único, sem banheiro, cheio de rachaduras e mofo, essa moradia deixa Kely e seus filhos em situação de maior vulnerabilidade ainda. Solidária, a Coordenação da Ocupação-Comunidade Helena Greco, por meio da Josi, uma das Coordenadoras, ofereceu moradia para Kely e seus filhos na Ocupação. Entretanto, o barraco disponibilizado ficou destelhado devido às fortes chuvas que ocorreram em Belo Horizonte, nos últimos dias. São necessárias 12 telhas para cobrir o barraco, no custo de, aproximadamente, 500 reais. A Comunidade não tem esse dinheiro para comprar as telhas. É urgente, portanto, a solidariedade das pessoas de boa vontade. Nesse vídeo, o depoimento comovente de Kely e da Josi, da Coordenação da Ocupação-Comunidade Helena Greco. É necessário o socorro urgente para doação de telhas.

Quem puder ajudar, favor entrar em contato com:
- Josi (Ocupação Helena Greco - 0xx31 98748 1736),
- Charlene (da Ocupação Rosa Leão - 0xx31 98575 5745),
- Edna (da Ocupação Esperança, zap n. 31 985412758)
ou Lu (da Ocupação Vitória - n. zap: 31 989656115)
ou com frei Gilvander (gilvanderlm@gmail.com) https://www.facebook.com/freigilvande...

“Solidariedade é a dor do outro doendo na gente.” (frei Gilvander)

*Reportagem em vídeo de frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte, MG, 24/11/2018.
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