A 20a Romaria das Águas e da Terra está acontecendo no Noroeste mineiro, na Diocese de Paracatu, em várias pré-Romarias, no norte de MG, inclusive, sendo que a celebração final será dia 23/07/2017, em Unaí. Momento de fé libertadora, de celebração das lutas emancipatórias, de organização para a defesa dos direitos sociais e fortalecer em nós a mística de que a terra é mãe, é sagrada e não pode continuar sendo mercadoria. E a água é nossa irmã, fonte de vida.
Das nascentes do São Francisco às terras da justiça: hino da XXI Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais. 05/8/2018.
Rumo à XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais, um bonito canto sobe aos céus... Um clamor dos filhos e filhas do Deus da Vida que em romaria fazem ecoar sua voz próximo à principal nascente do Rio São Francisco, na Cachoeira Casca D’Anta, em São Roque de Minas, na Serra da Canastra, em Minas Gerais. Clamor de romeiras e romeiras que caminham, lutam, insistem, resistem e persistem em defesa das águas e da terra, em defesa da vida em toda sua biodiversidade. Fez-se desse canto o Hino Oficial da XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais, a ser realizada no dia 16 de setembro de 2018, em Lagoa da Prata, na centenária Diocese de Luz. Letra e música de João Bento. São Roque de Minas, MG, 05/8/2018.
Das nascentes do São Francisco, nosso grito em romaria, Clamando pela justiça em favor da natureza. Nossa água e nossa terra viraram mercadoria. Com fé estamos lutando pra fazer sua defesa. São Francisco, o rio e o santo, rogai a Deus por nós. São Francisco, o rio e o santo, rogai a Deus por nós.
Grupo canastreiro que tocou e cantou na 2a pré-Romaria da XXI Romaria das Águas e da Terra de MG, na Serra da Canastra, MG, dia 05/8/2018. Foto: M. R. O. Carneiro.
* Fotos Zenaido, da Equipe de Coordenação da 2ª pré-Romaria da XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais, Apoio de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. São Roque de Minas, MG, 05/8/2018.
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Ameaçado por lutar contra o latifúndio, DIM CABRAL, da Cooerco.SD, Uberlândia/MG. 24/5/2018.
Dim Cabral, da Cooerco.SD (Cooperativa Agropecuária Mista de Empreendimento Rural Comunitária, da fazenda São Domingos), de Uberlândia, Triângulo Mineiro, ameaçado de morte por lutar contra o latifúndio, participou do 2º Seminário Estadual do Programa de Proteção aos Defensores e Defensoras de Direitos Humanos, realizado em Belo Horizonte, de 22 a 25 de maio/2018. Nesse Seminário, que teve como tema “Pelo direito de ter direitos”, Dim Cabral fez uma análise da atual conjuntura da luta pela terra no Triângulo Mineiro com o avanço das forças opressoras dos latifundiários, amparados pelo poder do sistema capitalista dominante. Dim falou ainda da importância da organização e mobilização popular para o fortalecimento da luta e resistência pelo direito à terra e destacou também a necessidade da efetiva proteção aos defensores e defensoras de Direitos Humanos.
* Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 24/5/2018.
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Ameaçado por lutar contra o latifúndio, DIM CABRAL, da Cooerco.SD, Uberlândia/MG. 24/5/2018.
Dim Cabral, da Cooerco.SD (Cooperativa Agropecuária Mista de Empreendimento Rural Comunitária, da fazenda São Domingos), de Uberlândia, Triângulo Mineiro, ameaçado de morte por lutar contra o latifúndio, participou do 2º Seminário Estadual do Programa de Proteção aos Defensores e Defensoras de Direitos Humanos, realizado em Belo Horizonte, de 22 a 25 de maio/2018. Nesse Seminário, que teve como tema “Pelo direito de ter direitos”, Dim Cabral fez uma análise da atual conjuntura da luta pela terra no Triângulo Mineiro com o avanço das forças opressoras dos latifundiários, amparados pelo poder do sistema capitalista dominante. Dim falou ainda da importância da organização e mobilização popular para o fortalecimento da luta e resistência pelo direito à terra e destacou também a necessidade da efetiva proteção aos defensores e defensoras de Direitos Humanos.
* Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 24/5/2018.
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Pela vida do Rio Pará, pelo direito à terra e contra Aterro Sanitário a Ocupação Nova Jerusalém, em Nova Serrana, MG, segue em luta. 29/7/2018.
As mais de 100 famílias – trabalhadoras e trabalhadores do campo - da Ocupação-Comunidade Nova Jerusalém, acompanhada pela FNL (Frente Nacional de Luta) e pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), na Fazenda Canta Galo, município de Nova Serrana, MG, reocupada em 24/5/2018, seguem firmes na luta e resistência pelo direito à terra e à moradia e em defesa do rio Pará. De forma injusta, inconstitucional e covarde, essas famílias foram despejadas da Fazenda Canta Galo no dia 26/4/2018, após lá morarem e trabalharem por 6 anos, terem construído mais de 80 casas de alvenaria e estarem cultivando mais de 60 hectares de plantações de hortas, legumes, mandioca etc., com consciência ecológica e responsabilidade social e ambiental, produzindo alimentos saudáveis, sem uso de agrotóxicos. Alimentos estes, que além de servir ao consumo das famílias também eram vendidos nas feiras, gerando renda às famílias da Ocupação. O motivo alegado para o despejo foi de que ali seria instalado um Aterro Sanitário pelo Consórcio Intermunicipal de prefeituras da região, tendo como presidente o prefeito de Pitangui, Marcílio Valadares, o que é também um absurdo, já que o local está ao lado do rio Pará, um dos afluentes do rio São Francisco, cheio de nascentes, área de preservação ambiental, até então muito bem cuidada pelos camponeses e camponesas da Ocupação-Comunidade Nova Jerusalém. Vale lembrar que a área da fazenda é de propriedade do Estado de Minas Gerais e foi cedida ao município de Nova Serrana para a instalação desse aterro. A injustiça desse despejo ficou ainda mais gritante e cruel quando se constatou que as famílias foram despejadas, mas lá permaneceu o gado de colaboradores do prefeito de Pitangui, com toda a fazenda à disposição do rebanho, que inclusive, destruiu toda a plantação deixada pelos camponeses e camponesas. Em defesa das águas, da vida do Rio Pará, pelo direito à terra e à moradia, camponeses e camponesas da Ocupação-Comunidade Nova Jerusalém seguem em luta e resistência construindo dignidade. Exigimos o Assentamento definitivo das 100 famílias na fazenda Canta Galo e que se arrume outro local para se fazer aterro sanitário.
* Filmagem e fotos de Luciana, moradora da Ocupação-Comunidade Nova Jerusalém, na Fazenda Canto Galo/Nova Serrana, MG. Apoio de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Nova Serrana/MG, 29/7/2018.
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ADAIR
SILVA SANTOS, Diretor da EFA de Itinga - Vale do Jequitinhonha, MG: Vítima de
atentado na luta pela Educação do Campo. 24/5/2018.
De 22 a 25 de maio/2018, aconteceu em Belo
Horizonte, MG, o 2º Seminário Estadual de Programa de Proteção aos Defensores e
Defensoras de Direitos Humanos, com a realização de várias atividades.
Participaram desse Seminário representantes de diversos segmentos da sociedade,
entre eles, integrantes de movimentos sociais, pastorais sociais, de
instituições públicas e privadas, pesquisadores, representantes e organizações
da sociedade civil. Com o tema “Pelo direito de ter direitos”, foram discutidas
as ameaças e violências sofridas pelos defensores e defensoras dos direitos
humanos; mulheres e homens que, com coragem, lutam contra as injustiças, contra
o poder do capital que oprime, explora e destrói vidas. Foram discutidas também
estratégias de proteção. Nesse vídeo, frei Gilvander conversa com ADAIR SILVA
SANTOS, Diretor da Escola Família Agrícola (EFA) da Comunidade do Jacaré, município
de Itinga, Vale do Jequitinhonha/MG, vítima de atentado na luta pela Educação
do Campo. Adair fala da importância da EFA e do seu compromisso com a
transformação libertadora das famílias camponesas por meio da Educação que,
sendo emancipadora, possibilita a construção e o fortalecimento de um espaço
onde se possa fixar e viver com sustentabilidade e dignidade.
*Reportagem em vídeo de frei
Gilvander Moreira, Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia
Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG. Belo Horizonte/MG, 24/5/2018.
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Foto: G. L. Moreira, dia 02/6/2018, em Ponte Nova, MG, na 3a Romaria das Águas e da Terra de MG.
Lutar coletivamente compreendendo
a concepção concreta da dialética é imprescindível para não se azedarem as
relações humanas entre os sujeitos que batalham na luta pela terra e por todos
os direitos humanos fundamentais. Quando, por exemplo, em uma reunião de um
movimento social popular, posições diferentes são postas a partir de um
determinado assunto levantado, o diferente, que muitas vezes soa como
contraditório, não deve ser eliminado, mas incorporado, pois contribuirá, sem
sombra de dúvida, para se chegar a um ponto melhor e fértil. Assim, divergir
quando se está avaliando a luta por direitos ou planejando-a é algo mais do que
benéfico, é necessário, para a superação dos limites e impasses que precisam
ser superados. A busca deve ser coletiva, o que implica passar por lógica
dialética e concreta. Regras prontas também podem sustentar lógicas formais
abstratas que em se mudando o contexto, tempos e espaços diferentes, podem mais
ofuscar o que é o real do que manifestá-lo.
Ao
escolhermos uma determinada linha metodológica, implicitamente escolhemos,
consciente ou inconscientemente, voluntária ou involuntariamente, determinados
pressupostos filosóficos, valorativos, morais e/ou políticos. Certas regras do
mundo universitário que regem vários tipos de pesquisa acadêmica têm pouca
incidência nos grupos pesquisados, são úteis principalmente para uma minoria
privilegiada obter títulos. Por outro lado, segundo um dos maiores expoentes
teóricos e praticantes da pesquisa-ação na América Latina, Michel Thiollent, “a
pesquisa-ação e também certas formas de pesquisa
participante seriam um meio de melhor adequar a pesquisa aos temas e
problemas encontráveis no seio do povo” (THIOLLENT, 1987, p. 87). Há diferentes
jeitos de participação na construção do conhecimento. “Os diferentes estilos
participativos na construção do conhecimento social envolvem tipos de
investigações e pesquisas que, ora mais próximos, ora mais distanciados,
transitam entre a academia e os movimentos sociais” (BRANDÃO; STRECK, 2006, p.
11).
Ninguém é
uma ilha. Pesquisar solitariamente é enveredar-se por um deserto estéril. Na
pesquisa, exige-se caminhar ao lado de muitos que são indispensáveis para o
êxito do trabalho. “O andar coletivo de quem descobre que todo o saber que não
se abre a ser uma vivência de partilha é um saber não confiável, porque suas
motivações podem ser pouco verdadeiras em um sentido humano, mesmo que suas
descobertas sejam corretas e inovadoras, desde um ponto de vista científico”
(BRANDÃO; STRECK, 2006, p. 12).
Apoiando-nos
em Carlos Rodrigues Brandão, afirmamos que não há um único jeito de fazer
pesquisa participante, mas há inúmeras modalidades de pesquisa participante que se refazem no movimento da história e da
sociedade. Nas metodologias tradicionais de pesquisa científica para se afirmar
o caráter científico se recai no cientificismo ao apregoar uma pretensa
neutralidade do/da pesquisador/a, escamoteando sua opção política. Para não se
recair em subjetivismo cai-se em outro extremo que é afirmar a pretensa
neutralidade dos métodos científicos. Assim, parte significativa de uma
metodologia científica adequada “serve para proteger o sujeito de si próprio,
de sua própria pessoa, ou seja: de sua subjetividade. Que entre quem pesquisa e
quem é pesquisado não exista senão uma proximidade policiada entre o método (o sujeito dissolvido em ciência)
e o objeto (o outro sujeito
dissolvido em dado)” (BRANDÃO, 1987, p. 7).
Nessa concepção de pesquisa científica se oculta cuidadosamente o nome
da comunidade pesquisada, sob a desculpa não confessada de se garantir o
anonimato para não colocar em “maus lençóis” o “objeto” investigado dependendo
do que for revelado[2] e
muitas vezes se faz a análise do resultado com base nos questionários que
induzem a pensar que quem pesquisa “possui todas as perguntas e, o outro, todas
as respostas” (BRANDÃO, 1987, p. 10).
A Escola
de Chicago não questiona fundamentalmente a tese da neutralidade científica,
mas insiste, de maneira incisiva, na necessidade de levar em conta o ponto de
vista dos sujeitos sociais que se pesquisa. Arriscamos a dizer que não basta
levar em conta, mas também é benéfico priorizar os pontos de vistas dos injustiçados,
pois são eles os sujeitos protagonistas da luta por direitos sociais. De pouco
adianta garimpar e refinar referências teóricas se não há sujeitos capazes de,
através da práxis – a atividade humana que interpreta e transforma o real -,
mover a realidade para potencializar a transformação.
A
experiência de muitos cientistas sociais comprometidos com a luta por justiça
social, contribuindo com pesquisas que despertam o poder da classe injustiçada
em luta, indica que “só se conhece em profundidade alguma coisa da vida da
sociedade ou da cultura, quando através de um envolvimento – em alguns casos,
um comprometimento – pessoal entre o pesquisador e aquilo, ou aquele, que ele
investiga” (BRANDÃO, 1987, p. 8). O outro
a ser pesquisado, considerado objeto,
não pode ser reduzido a um eu como eu,
um eu subalterno, mas precisa ser
compreendido como outro eu, na sua
alteridade. A existência do diferente precisa ser respeitada.
Como tudo
que é histórico, evolui ou encolhe, se transforma, os métodos de pesquisa
científica também mudaram a partir de quando o pesquisador polonês Malinowski
saiu da Inglaterra para pesquisar nas ilhas Trobriand[3].
“Quando Malinowski desembarcou sozinho nas ilhas de Trobriand, não era apenas
um método que ia ser reinventado ali: era uma atitude. Não mais reconstruir a
explicação da sociedade e da cultura do “outro” através de fragmentos de
relatos de viajantes e missionários. Ir conviver com o outro no seu mundo; aprender a sua língua; viver sua vida; pensar
através de sua lógica; sentir com ele” (BRANDÃO, 1987, p. 11).
Com essa
mudança de postura com relação à pesquisa, nasceu a técnica de observação participante como um meio
para se apreender a lógica interna da vida social, ancorada no princípio
segundo o qual “em todos os mundos sociais todas as instituições da vida estão
interligadas de tal sorte e de tal maneira se explicam através da posição que
ocupam e da função que exercem no interior da vida social total, que somente
uma apreensão pessoal e demorada de tudo possibilita a explicação científica
daquela sociedade” (BRANDÃO, 1987, p. 12).
Brandão
recorda que Marx, pesquisando na Inglaterra, descobriu a participação da pesquisa: “Não é necessário que o pesquisador se
faça operário ou como ele, para conhecê-lo. É necessário que o cientista e sua
ciência sejam, primeiro, um momento de compromisso e participação com o
trabalho histórico e os projetos de luta do outro,
a quem, mais do que conhecer para explicar, a pesquisa pretende compreender
para servir” (BRANDÃO, 1987, p. 12). Pelo exposto acima, concluímos que
pesquisa emancipatória exige ser feita de forma solidária e jamais solitária.
Referências.
BRANDÃO,
Carlos Rodrigues; STRECK, Danilo R. (Org.). Pesquisa participante: o saber da partilha. 2ª edição.
Aparecida/SP: Ideias & Letras, 2006.
BRANDÃO,
Carlos Rodrigues (Org.). Repensando a
pesquisa participante. 3ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1987.
THIOLLENT,
Michel. Notas para o debate sobre pesquisa-ação. In: Carlos Rodrigues Brandão
(Org.). Repensando a pesquisa
participante. 3ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1987.
Belo Horizonte, MG, 07/8/2018.
Obs.: Os
vídeos, abaixo, ilustram o texto, acima.
1 - Daiane, Comunidade Quilombola Baú/MG -
Ameaças e violência por lutar pelo território/24/5/2018.
2 - Cristiano, do MTL, Santa Vitória/MG –
Ameaçado de morte por lutar pelo direito à terra. 24/5/2018.
3 - Aparecida Damasceno, de Uberlândia/MG:
Repressão e ameaças na luta por moradia. 24/5/2018.
[1]
Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educação pela FAE/UFMG;
licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP/SP; mestre em Ciências Bíblicas;
assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupações Urbanas; prof. de “Movimentos Sociais
Populares e Direitos Humanos” no IDH, em Belo Horizonte, MG.
[2]
Como exemplo, citamos uma pesquisa de uma médica em Belo Horizonte que
demonstrou que os pacientes de três hospitais da capital mineira, ao receberem
alta médica, estavam mais desnutridos do que ao darem entrada nos hospitais por
causa das péssimas condições da alimentação hospitalar. Quando lhe perguntei
qual eram os três hospitais, ela me respondeu: “São os hospitais A, B e C. Não
podemos revelar a identidade dos hospitais por uma exigência do código de ética
do COEP”.
[3]
Ilhas que compõe um arquipélago na costa oriental da Nova Guiné, no Pacífico
Ocidental.
Vem aí a XXI Romaria das Águas e da Terra/MG, dia 16/9/2018, em Lagoa da Prata, MG. 8ª Reunião de Preparação, em Lagoa da Prata/Diocese de Luz/MG – 28/7/2018.
Na alegria da celebração do centenário da Diocese de Luz, aconteceu, em Lagoa da Prata/MG, a 8ª reunião de preparação à XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais, que acontecerá no dia 16/9/2018, em Lagoa da Prata. Nessa reunião, o cantor e agente de pastoral das CEBs e da CPT-MG, João Bento, apresentou com alegria o “Cancioneiro”, com as músicas que animarão as atividades preparatórias e as ações e a celebração do dia da XXI Romaria das Águas e da Terra/MG. Dom José Aristeu Vieira, bispo da Diocese de Luz, falou da importância dessa Romaria na Diocese, considerando que ali estão as nascentes do rio São Francisco, que clama por revitalização, por vida, e apresentou a Cartilha da XXI Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais, com sete encontros – Roteiros de Reflexão -, que serão realizados em preparação a essa Romaria. Foi lembrada também com renovado ardor profético, por Rosarinha, a Semana Missionária que acontecerá de 08 a 15 de setembro de 2018, na Diocese de Luz. Com o tema “Das Nascentes do São Francisco às Terras da Justiça” e o lema: “Cuidando da Mãe Terra e da Irmã Água”, a XXI Romaria das Água e da Terra do Estado de Minas Gerais é um alerta à destruição ambiental que vem acontecendo para atender a interesses capitalistas, que, pela ambição do lucro, pela ganância de acumular cada vez mais, poluem, desmatam, secam, matam... E é também e, sobretudo, um chamado ao compromisso, à coragem de ações concretas em defesa da vida em toda sua biodiversidade. * Participe você também da XXI Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais. A presença deverá ser confirmada até dia 31/08/2018 pelo telefone 0xx(37) 3421 9001 ou pelo e-mail pastoral@diocesedeluz.org.br
* Reportagem com Filmagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI.
Edição de Nádia Oliveira, da Equipe de Comunicação da CPT-MG.
* Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander e assista a outros vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.